Ceramica Artesanal Portuguesa años 1970.

Ceramista y Artista Dña: Rosa RAMALHO

Galegos de S.Martinho

BARCELOS. PORTUGAL

Nota de compra de ceramica a ROSA RAMALHO, en su taller de Galegos en los años 70

Tono acabado ceramica, Original RR Firmado por Rosa RAMALHO

Diablo con Guitarra en Arcilla Vidriada

Ceramica Artistica de Autor Artesanal

DIABLO con GUITARRA
Medidas aprox:
altura 30 x 12 cmt diam. 450 €
Tono ceramica Original CRISTHO 550 €
Medidas aprox:
altura 32 x 17 cmt diam.

Cerámica artesanal y realizada en los años 1970, de una forma creativa y artística por ROSA RAMALHO, comprada a ella Personalmente en su Taller de Ceramica, «adjuntamos foto con nota personal»

y continuada actualmente por su hija JULIA RAMALHO

Consultar disponibilidad y existencias.

https://es.m.wikipedia.org/wiki/Rosa_Ramalho

Rosa Ramalho (1888-1977) é o nome artístico de Rosa Barbosa Lopes, barrista e figura emblemática da olaria tradicional portuguesa. Rosa Ramalho nasceu a 14 de Agosto de 1888 na freguesia de Santa Maria de Galegos (concelho de Barcelos). Filha de um sapateiro e de uma tecedeira, casou-se aos 18 anos com um moleiro e teve sete filhos. Aprendeu a trabalhar o barro desde muito nova, mas interrompeu a actividade durante cerca de 50 anos para cuidar da família. Só após a morte do marido, e já com 68 anos de idade, retomou o trabalho com o barro e começou a criar as figuras que a tornaram famosa. As suas peças simultaneamente dramáticas e fantasistas, denotadoras de uma imaginação prodigiosa, distinguiam-na de outros barristas e oleiros e proporcionaram-lhe uma fama que ultrapassou fronteiras. Foi a António Quadros que se deveu a descoberta de Rosa Ramalho pela crítica artística e a sua divulgação nos meios «cultos». Foi a primeira barrista a ser conhecida individualmente pelo próprio nome e teve o reconhecimento, entre outros, da Presidência da República, que em 9 de Junho de 1980 lhe atribuiu o grau de Dama da Ordem Militar de S. Tiago de Espada. Em 1968 tinha-lhe sido também entregue a medalha «As Artes ao Serviço da Nação». Sobre a artista há um livro de Mário Cláudio (Rosa, de 1988, integrado na Trilogia da mão) e uma curta-metragem documental de Nuno Paulo Bouça (À volta de Rosa Ramalho, de 1996). Actualmente dá nome a uma rua da cidade de Barcelos e a uma escola EB 2,3 da freguesia de Barcelinhos. Há também a possibilidade de que se venha a transformar a sua antiga oficina, em Santa Maria de Galegos, num museu de olaria com o seu nome. O seu trabalho é continuado actualmente pela neta Júlia Ramalho.

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